A gente se acostuma, a viver longe da família. E vivendo longe dela,,vive solitário e, aceitando se solitário, não conversa com ninguém nem expressa os sentimentos e, com isso, aceita viver sem carinho e se amor.E aceita a tomar suas próprias atitudes e a trilhar seus caminhos sozinho.
A gente se acostuma a acordar todos os dias de manhã para ir para a escola. A fazer todos as manhãs o mesmo caminho. E fazendo as mesmas coisas todo os dias, aceita
ter uma rotina. E com isso, aceita ir para a escola e a não ter ânimo para estudar.
A gente se acostuma a trabalhar oito horas por dia para ganhar um salário mínimo. E ganhando pouco, a não conseguir pagar as contas. E, com isso, aceita a se contentar com o básico e consumir menos do que realmente quer. A não ter uma vida digna.
A gente se acostuma, a tomar decisões ruins nos relacionamentos. A ouvir um não de outra pessoa. A tomar atitudes que magoam alguém. E zoando de alguém, essa pessoa só vai ter raiva de você.E com isso se acostuma com o sofrimento.
A gente se acostuma a encarar a poluição como algo normal. À falta de água no mundo
como uma coisa que cedo ou tarde iria acontecer. É assim no mundo. E assim achamos isso normal. Acostuma-se com o desmatamento e começa a procurar alternativas
para deixar isso de lado. E deixando de lado nem se preocupa que seus filhos vão ter que viver num mundo destruído.
A gente se acostuma, a viver com tudo isso. Com todas essas coisas negativas, pois é um padrão que foi imposto pela sociedade.
Releitura da crônica "Eu sei, mas não devia" - Marina Colasanti
Lucas Fagundes
Turma: 302
Professora: Ana Maria
Releitura da crônica "Eu sei, mas não devia" - Marina Colasanti






0 comentários:
Postar um comentário