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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Eu sei, mas não devia - Franciane Areias

"Eu sei, mas não devia. Eu sei que a gente se acostuma, mas não devia"


A gente se acostuma a não ter diálogo com a família que são as pessoas que convivem conosco, não tendo diálogo, um acaba não conhecendo o outro, e quando um não conhece o outro o jovem pode seguir um péssimo caminho, pelos pais não conhecerem o filho que têm.

A gente se acostuma, na escola, a ter falta de respeito e,  tendo  falta de respeito,  cada um fala o quer  para o outro, e cada um falando o que quer  pode causar desentendimento e brigas que podem até acabar em morte.

A gente se acostuma com a exploração no trabalho, se acostumando com a exploração,  acabamos não ganhando o suficiente para ter o conforto. A pessoa trabalha mais do que o devido, e trabalhando mais,  ela pode ficar doente.

A gente se acostuma a aceitar os erros da pessoa que a gente ama, aceitando os erros que ela tem, ela, às vezes, acha que está certa, e pensando que está certa,  ela contínua a fazer o mesmo, continuando a fazer, ela pode te magoar.

A gente se acostuma com a poluição no nosso mundo, se acostumando com a poluição,  não ligamos em jogar só um papel de bala no chão. Jogando o papel de bala no chão,  ele vai para os rios e mares, e indo para os rios e mares acontece a poluição.
A gente acostuma, mas não devia.



Franciane Areias
Turma: 303
Professora: Ana Maria

 Releitura da crônica "Eu sei, mas não devia" - Marina Colasanti

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